XI CONGRESO IBÉRICO DE ARQUEOMETRÍA

14 a 16 OUTUBRO

UNIVERSIDAD DE ÉVORA

Megalitismo nas margens do grande lago

PROGRAMA

Início: 09:00

Megalitismo de Évora

O Cromeleque dos Almendres
O cromeleque dos Almendres é uma complexa estrutura, constituído por 95 mon243litos, alguns dos quais apresentam insculturas de cariz esquemático-geométrico ou astral. Maior recinto megalítico da Península Ibérica.

Cromeleque dos Almedres

Cromeleque dos Almedres
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)

Anta Grande do Zambujeiro
A maior anta conhecida, de câmara poligonal irregular e com sete esteios, com corredor longo e centrado e mamoa envolvente, e que forneceu abundante espólio arqueológico. A mamoa é constituída por terra e dupla couraça lítica. O local teve ocupação anterior à construção da mamoa. A anta parece ter sido utilizada entre o final do Neolítico (IV Milénio) e a Idade do Bronze (cerca de 1500 a.C.), com eventual utilização esporádica durante a I Idade do Ferro (século VI-V a.C.). Na Idade Média o local foi ocupado com um núcleo de povoamento de que se evidenciaram algumas paredes, um silo e fragmentos de cerâmica.

Anta Grande do Zambujeiro

Anta Grande do Zambujeiro
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)

Almoço: 13:00 - 14:30 Monsaraz

Megalitismo em Reguengos de Monsaraz

Cromeleque do Xerez
Recinto megalítico reconstruído, de planta quadrangular, formado por 52 pequenos monólitos de formas variadas em granito. No centro encontra-se um enorme menir com cerca de 4 metros de altura que apresenta junto da base um conjunto de "covinhas" insculturadas. No âmbito do processo das obras do Alqueva foi mudado de lugar.

Cromeleque do Xarez

Cromeleque do Xerez
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)

Anta do Olival da Pega
Monumento de grandes dimensões (a câmara e o corredor têm cerca de 20m) integrado numa estrutura tumular complexa com cerca de 40m de diâmetro. É constituído por uma câmara fechada, ainda coberta por um chapéu de grandes dimensões. O corredor tem cerca de 16m de comprimento e terá sido construído em duas fases: inicialmente com dimensões menores e posteriormente aumentado. Foram aparentemente acrescentados à estrutura original dois esteios que são de xisto (e não de granito, como os restantes) e foram profusamente gravados com "covinhas", que parecem preencher quase integralmente a totalidade visível das faces. Foi identificado um pequeno átrio calçado por seixos a entrada do corredor. Foi também encontrado na estrutura tumular desta anta outros monumentos, tholoi da variante "alentejana" deste tipo de monumentos.

Anta do Olival da Pega

Anta do Olival da Pega
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)