Megalitismo nas margens do grande lago
PROGRAMA
Início: 09:00
Megalitismo de Évora
O Cromeleque dos Almendres
O cromeleque dos Almendres é uma complexa estrutura, constituído por 95 mon243litos, alguns dos quais apresentam insculturas de cariz esquemático-geométrico ou astral. Maior recinto megalítico da Península Ibérica.
Cromeleque dos Almedres
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)
Anta Grande do Zambujeiro
A maior anta conhecida, de câmara poligonal irregular e com sete esteios, com corredor longo e centrado e mamoa envolvente, e que forneceu abundante espólio arqueológico. A mamoa é constituída por terra e dupla couraça lítica. O local teve ocupação anterior à construção da mamoa. A anta parece ter sido utilizada entre o final do Neolítico (IV Milénio) e a Idade do Bronze (cerca de 1500 a.C.), com eventual utilização esporádica durante a I Idade do Ferro (século VI-V a.C.). Na Idade Média o local foi ocupado com um núcleo de povoamento de que se evidenciaram algumas paredes, um silo e fragmentos de cerâmica.
Anta Grande do Zambujeiro
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)
Almoço: 13:00 - 14:30 Monsaraz
Megalitismo em Reguengos de Monsaraz
Cromeleque do Xerez
Recinto megalítico reconstruído, de planta quadrangular, formado por 52 pequenos monólitos de formas variadas em granito. No centro encontra-se um enorme menir com cerca de 4 metros de altura que apresenta junto da base um conjunto de "covinhas" insculturadas. No âmbito do processo das obras do Alqueva foi mudado de lugar.
Cromeleque do Xerez
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)
Anta do Olival da Pega
Monumento de grandes dimensões (a câmara e o corredor têm cerca de 20m) integrado numa estrutura tumular complexa com cerca de 40m de diâmetro. É constituído por uma câmara fechada, ainda coberta por um chapéu de grandes dimensões. O corredor tem cerca de 16m de comprimento e terá sido construído em duas fases: inicialmente com dimensões menores e posteriormente aumentado. Foram aparentemente acrescentados à estrutura original dois esteios que são de xisto (e não de granito, como os restantes) e foram profusamente gravados com "covinhas", que parecem preencher quase integralmente a totalidade visível das faces. Foi identificado um pequeno átrio calçado por seixos a entrada do corredor. Foi também encontrado na estrutura tumular desta anta outros monumentos, tholoi da variante "alentejana" deste tipo de monumentos.
Anta do Olival da Pega
(fotografia © Guia da Cidade de Évora)